O coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse nesta quarta-feira (7) que a discussão sobre o fim escala 6x1 antes do 2º turno das eleições é “oportunista”. O senador também cobrou que seja seguido o rito regimental para análise na Casa Alta, quando questionado sobre a estratégia da oposição em relação ao tema. “A estratégia é que o regimento seja cumprido, que haja discussão, que haja o interstício que haja as sessões subsequentes. O que a gente quer é que o regimento seja cumprido, que não haja atropelo”, declarou Marinho após reunião do bloco Vanguarda, formado por senadores da oposição.Ele também evitou falar qual seria a posição da bancada caso a proposta seja colocada em votação na próxima semana. A PEC que prevê a redução da jornada de trabalho está sendo debatida por senadores em plenário, como manda o rito de tramitação de propostas de emenda à Constituição. São necessárias cinco sessões de debate antes da votação em primeiro turno. A primeira ocorreu nessa terça (6) e outras duas estão marcadas para esta quarta e quinta-feira (8). “O interstício entre o primeiro e o segundo turno será de, no mínimo, cinco dias úteis. Incluída a proposta em Ordem do Dia, para o segundo turno, será aberto o prazo de três sessões deliberativas ordinárias para discussão, quando poderão ser oferecidas emendas que não envolvam o mérito”, diz o regimento do Senado. As datas dependem do presidente do Senado, que precisa pautar as discussões e ainda pode acelerar o processo, mas pelas contas, caso seja seguido o regimento, a votação em segundo turno ocorreria poucos dias antes do 2º turno das eleições. Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp









