Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen chega com a missão de dar novos motivos para os jogadores retornarem ao RPG da Capcom. A expansão apresenta Norgan, uma região coberta por neve, novos chefes, equipamentos e desafios. O resultado é uma aventura envolvente, especialmente para quem gosta de explorar territórios perigosos, embora fique aquém da transformação que parte dos fãs poderia esperar do nome Dark Arisen.A campanha acompanha a busca por um segundo Arisen e os mistérios de um sonho vivido pelo protagonista. A personagem Eir ganha destaque na trama, que apresenta objetivos mais diretos do que os encontrados na aventura principal. Mesmo sem alcançar grande profundidade narrativa, a história funciona como incentivo para conhecer a nova região. Algumas missões secundárias enriquecem a comunidade local, enquanto outras repetem tarefas pouco inspiradas.3 imagensFechar modal.1 de 3Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen chega com a missão de dar novos motivos para os jogadores retornarem ao RPG da CapcomDivulgação2 de 3A expansão apresenta Norgan, uma região coberta por neve, novos chefes, equipamentos e desafiosDivulgação3 de 3O resultado é uma aventura envolvente, especialmente para quem gosta de explorar territórios perigosos, embora fique aquém da transformação que parte dos fãs poderia esperar do nome Dark ArisenDivulgaçãoNorgan é o principal destaque da expansão. A tundra reúne montanhas, ruínas, cavernas e lagos congelados, com caminhos que exigem atenção constante. Nevascas prejudicam a visibilidade e podem consumir a resistência do personagem. O gelo pode ceder sob os pés, e elementos do cenário também podem ser aproveitados durante os confrontos. São detalhes que tornam a exploração menos previsível.O mapa aposta na verticalidade e na descoberta de atalhos, oferecendo uma sensação de escala maior do que sua extensão sugere. Ao atravessar uma montanha ou investigar uma estrutura escondida, o jogador pode encontrar recompensas ou enfrentar uma criatura poderosa. É justamente essa capacidade de transformar deslocamentos em pequenas aventuras que continua diferenciando Dragon’s Dogma 2 de outros RPGs de mundo aberto.Combate continua excelente, mas faltam inimigos inéditosA expansão mantém o combate dinâmico que tornou o jogo conhecido. Escalar monstros gigantes, atacar pontos vulneráveis e combinar habilidades com os Pawns segue proporcionando batalhas intensas e imprevisíveis. A ampliação para seis habilidades de combate por vocação oferece mais liberdade para experimentar estratégias e adaptar o personagem a situações diferentes. Leia também Metrópoles GamesMetrópoles transmite torneios do X1 Arena, evento de games em Brasília Metrópoles GamesCarol e Genilson Frazão são novos embaixadores do Metrópoles Games Distrito FederalPrograma oferece cursos gratuitos em games e inteligência artificial no DF CassinoBetnacional jogos: games mais populares do cassino em 2026 Os novos chefes são um dos acertos, com confrontos de grande escala e padrões de ataque que exigem preparação. Entretanto, a variedade de inimigos comuns decepciona. Boa parte dos encontros envolve versões modificadas de saurians, ogros e ciclopes já conhecidos. As mudanças de comportamento e os efeitos do ambiente ajudam a renovar essas lutas, mas não eliminam a sensação de repetição.Além de Norgan, Dark Arisen acrescenta 12 Lost Rites Dungeons ao mundo original. Elas oferecem desafios e recompensas, incluindo recursos ligados aos Obelisks, que concedem melhorias permanentes. Apesar da proposta interessante, essas masmorras têm impacto limitado para personagens de nível elevado e podem ser concluídas rapidamente por veteranos.Novos equipamentos mudam o ritmo da progressãoO sistema de Relics introduz equipamentos obtidos por recompensas aleatórias. Muitos deles superam rapidamente armas e armaduras aprimoradas durante a campanha principal, o que diminui a importância dos ferreiros e do planejamento tradicional de equipamentos. Como essas relíquias não podem receber melhorias adicionais, a progressão acaba se tornando mais simples do que deveria.Em compensação, a estrutura de viagem de Norgan recupera parte da tensão das expedições. Com poucos locais de descanso, os portcrystals passam a funcionar como pontos estratégicos para avançar, retornar à cidade e reorganizar suprimentos. O sistema de deslocamento rápido encontra, assim, um equilíbrio melhor entre conveniência e sensação de perigo.Vale a pena jogar Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen?Dark Arisen entrega uma boa expansão, com uma região marcante, exploração recompensadora e combates que continuam entre os grandes atrativos do RPG. A campanha oferece aproximadamente 20 horas de aventura, mas a reciclagem de inimigos, as masmorras pouco memoráveis e a simplificação da progressão impedem que o conteúdo alcance todo o seu potencial.Para novos jogadores, o pacote amplia uma experiência já rica. Para quem terminou Dragon’s Dogma 2 e deseja voltar, Norgan é um convite convincente. O problema surge na comparação com o Dark Arisen do primeiro jogo, especialmente com a lembrança de Bitterblack Isle: a nova expansão é mais contida e não transforma a fórmula na mesma medida.Veredito: Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen merece a visita pela excelente ambientação e pela força de seu combate, mesmo sem representar uma revolução para a franquia. Nota: 8,5/10.











