Até esta sexta-feira (9), a coligação Brasil Pronto Pra Mais, que apoia Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo menos sete vezes por irregularidades na campanha do segundo turno das eleições de 2026. O primeiro turno acabou no último domingo (4) e, na segunda (5), os candidatos que seguem na disputa estavam autorizados a reiniciar a campanha. Entre os alvos da coligação estão a Meta, o influenciador Pablo Marçal e responsáveis por perfis que divulgaram conteúdos considerados como desinformação pela chapa. As ações questionam uma possível redução do alcance de publicações favoráveis a Lula e a circulação de vídeos manipulados ou gerados por inteligência artificial.Uma das representações acusa a Meta, responsável pelo Instagram e pelo Facebook, de reduzir ou interromper o alcance de publicações favoráveis a Lula ou contrárias a Flávio Bolsonaro.A chapa pede que o TSE determine tratamento isonômico na distribuição dos conteúdos. Segundo a coligação, uma eventual restrição injustificada poderia prejudicar o equilíbrio da disputa. A acusação ainda depende de análise da Justiça Eleitoral.Outra representação questiona um vídeo publicado por Pablo Marçal, que utiliza uma montagem de uma conversa entre Lula e Eduardo Paes, gravada em 2016. Segundo a coligação, a edição altera o contexto das falas e sugere que o presidente fez uma declaração contra evangélicos.A chapa pede a remoção do vídeo, multa de R$ 30 mil e proibição de republicações.Duas ações também contestam vídeos gerados por inteligência artificial no TikTok. As gravações mostram situações fictícias em que pessoas são induzidas a digitar o número 22 para votar em Lula. A coligação pede a retirada dos conteúdos e a identificação dos responsáveis pelos perfis.Na quarta-feira (7), a chapa acionou o TSE contra Carlos Bolsonaro e o vereador Fernando Emílio dos Santos Machado (PL) por publicações que afirmavam que o governo Lula estudava desvincular o salário mínimo das aposentadorias.A representação cita uma declaração do ministro da Fazenda, Dario Durigan, à GloboNews, segundo a qual a desvinculação não estava em discussão. A coligação pede a remoção das postagens, direito de resposta e multa de R$ 30 mil para cada representado.Outra ação contesta o e-book “Os Podres de Lula”. A chapa pede que o WhatsApp notifique usuários sobre a suposta falsidade do material, remova reproduções e impeça a circulação do link de venda.As acusações ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral e não representam, por si só, a comprovação das irregularidades apontadas.🗳️Eleições 2026: leia todas as notícias sobre a disputa🤳🏽Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp 📲












